quinta-feira, 17 de março de 2011

Fortaleza 0x3 Flamengo




O Leão bem que se esforçou, mas não foi o suficiente para evitar a eliminação da Copa do Brasil 2011 diante do Flamengo. Mesmo com o apoio da torcida tricolor no estádio Castelão, o Fortaleza foi derrotado por 3 a 0 pelo rubro-negro carioca, placar suficiente para deixar o Tricolor fora do torneio nacional.

Além da eliminação, o prejuízo também ficou nos cofres do clube.
Como não haverá a partida de volta no Rio de Janeiro, o Flamengo levou 60% da renda líquida do jogo de ontem no Castelão. Ao Fortaleza coube apenas 40% do arrecadado, fora as despesas da partida.

A primeira chegada ao ataque na etapa inicial foi do Fortaleza num chute de fora da área de Bismarck. Felipe se esticou para defender. Com mais iniciativa, o Tricolor do Pici ocupava bem o meio-campo. O Flamengo esperava o adversário e atuava com jogadas de contra-ataque.

Ronaldinho Gaúcho recebia forte marcação, mas conseguiu articular a jogada do gol rubro-negro. Ele passou a Thiago Neves, que encontrou Renato Abreu livre de marcação. Foi só encher o pé e abrir o placar no Castelão, aos 20 minutos.

Tentativa de reação
Após sofrer o gol, o Fortaleza não se abateu e continuou buscando o ataque. A maioria das jogadas era pelo alto. Só que nem Reginaldo Júnior, nem Léo Andrade conseguiam aproveitar as chances criadas na área do Flamengo. As finalizações se tornaram ineficientes.

A luta para chegar ao empate continuou no segundo tempo. Nos primeiros 10 minutos, o Fortaleza perdeu o atacante Léo Andrade, que voltou a sentir o joelho. Tatu entrou na posição. Poucos minutos depois, o Flamengo conseguiu um bom ataque. Thiago Neves levantou na área e Wanderley se antecipou à zaga tricolor para marcar de cabeça, aos 15 minutos.

O gol pareceu ter tirado a pouca força ofensiva do Leão. O Flamengo controlou a partida e ainda marcou o terceiro gol, já nos acréscimos. Aos 46 minutos, Diego Maurício recebeu o passe depois de uma jogada entre Ronaldinho e Renato. Ele chutou rasteiro e definiu a partida.

Fonte: Jornal o Povo

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